Melleo Harmonia
Orquestra Residente
“A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição.” — Aristóteles
A orquestra MELLEO HARMONIA assume uma geometria flexível, desde a formação clássica à sinfónica e congrega reconhecidos solistas da atualidade e jovens talentos.
Paralelamente à programação orquestral, a MELLEO HARMONIA desenvolve uma programação regular de matriz camerística, especificamente pensada para os seu solistas.
MELLEO HARMONIA opera sob a direção musical de JOAQUIM RIBEIRO.
Joaquim Ribeiro
Diretor Musical

Natural de Vizela, Joaquim Ribeiro destacou-se desde cedo ao conquistar, em 1988, o 1.º Prémio Jovens Músicos (Clarinete), além de outros prémios nacionais, incluindo Música de Câmara com o Quarteto de Clarinetes de Lisboa. Licenciou-se na Escola Superior de Música de Lisboa e aperfeiçoou-se com reconhecidos clarinetistas internacionais.
Atuou como solista com diversas orquestras e bandas sinfónicas de referência, recebendo elogiosas críticas da imprensa especializada. Trabalhou com maestros de renome internacional como Carlo Maria Giulini, Mstislav Rostropovich, Michel Plasson, Jean-Sébastien Béreau e Arturo Tamayo entre muitos outros. Foi durante 32 anos solista da Banda Sinfónica da GNR. É artista Vandoren e Selmer e Clarinete Solista da Orquestra Sinfónica Portuguesa.
Nos últimos anos tem conciliado a atividade artística com a direção de orquestra, após concluir o Mestrado em Direção de Orquestra e formação superior em Dijon, onde foi distinguido com classificação máxima. Trabalhou ainda com Felix Hauswirth e Michael Fennell no âmbito da direção.
Assumiu a direção musical da Orquestra Melleo Harmonia, dirigindo repertório que abrange compositores como Beethoven, Brahms, Dvořák, Stravinsky, Wagner e Mahler. Em paralelo, desenvolveu investigação musicológica, tendo publicado um estudo sobre o compositor Joaquim da Costa Chicória, contribuindo para a valorização do património musical português.
CURIOSIDADE
MELLEO HARMONIA é uma derivação do nome simbólico Arete Melleo, atribuído ao Rei D. João V de Portugal quando, em 1721, foi iniciado Pastor Arcádico na famosa Accademia dell’Arcadia, em Roma. Desta Accademia fizeram parte, não apenas eminentes diplomatas portugueses, como também ilustres compositores, como Francesco Gasparini, Alessandro e Domenico Scarlatti, ou mesmo Haendel.
Pretendeu-se, desta forma, render tributo à grandeza intelectual das academias literárias dos séculos XVII e XVIII.
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